Como nas últimas colunas eu repito: Como é dura a vida de um cronista esportivo, viver sem bola rolando na cidade e ter que improvisar três vezes por semana já está ficando complicado. Se falar sobre Miracema, onde a bola rola no Campeonato Municipal, meus amigos daqui chamam a minha atenção pelo bairrismo exarcebado. Se falar em Flamengo, Vasco, Botafogo ou Fluminense, até mesmo no Brasileirão que corre solto pelo Brasil afora, meus amigos daqui e de lá dizem que os cronistas dos grandes diários esportivos é que devem cuidar destes assuntos. Assim fica difícil, minha fértil imaginação está sentindo a pressão e começa a dar sinal de esgotamento. Porém, há sempre um porém nas minhas histórias, tenho boa memória e muita coisa prá contar, principalmente quando o assunto é rádio ou futebol. Rádio e futebol estão ligados à minha vida desde os primeiros anos, acho que foi lá no longínquo ano de 1958, Copa da Suécia, o primeiro jogo que ouvi, senão me engano foi Brasil x França, semifin...
Papo de viagens, causos da "terrinha" e histórias da vida.