E o segundo tempo não teve jogo, apenas um ataque contra defesa, como aconteceu nos três jogos do Flamengo neste retorno do Campeonato Carioca, um Fluminense, como diria João Saldanha, nos velhos tempos da Rádio Globo, doido para ver o último apito do juiz, não quis jogar, se postou na defesa e deixou o tempo passar até tomar o gol de empate, e quando quis ir para frente, para dizer "estou aqui", o tempo já tinha passado e as penalidades já estavam quase do jeito que o treinador pensava.
O Flamengo sobrava em campo, mas faltava determinação. Pedro entrou e fez o gol de empate, Michael entrou e não mudou nada, se Everton Ribeiro estava em noite ruim o goiano também não estava em um dia legal, o Flamengo dominava, tinha total domínio do jogo, mas não concluía e não chegava dentro da área do Fluminense, o bloqueio era forte e sólido.
O medo do torcedor era uma bola perdida, daquelas fortuitas que rendeu ao Fluminense o gol de abertura do placar, mas as chances eram remotas, o Tricolor queria mesmo era decisão por pênaltis e nada mais, e o jogo se arrastou até o final, sem qualquer chance de desempate e o placar de 1x1 permaneceu até aos 48 minutos, quando o bom árbitro Bruno Arleu de Araújo colocou ponto final na partida e tudo seria definido nas penalidades máximas.
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