Pular para o conteúdo principal

Analisando o Brasileirão 2020 - Grêmio e Fluminense

Falamos hoje de outros dois campeões brasileiros, um gaúcho e um carioca e duas torcidas apaixonadas e certas de que este ano será complicado para todos os clubes brasileiros. O Grêmio tem missão complicada, lutará em três campos, Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil, além de ter que jogar, neste meio de semana, pelo Gaúcho, um clássico Gre x Nal.O que pode fazer o tricolor gaúcho no Brasileirão? 

Pode buscar o título, na minha opinião é "top 3" do campeonato e ao lado de Flamengo e Palmeiras os grandes favoritos para levantar mais uma vez 
a taça do Campeonato Brasileiro, seu elenco é encorpado, tem peças de reposição e mesmo se perder o Everton para o futebol europeu tem como recompor a posição com seus garotos revelados na base, como Pepê (foto)  por exemplo.

O Grêmio tem a melhor dupla de zaga do futebol brasileiro, Geromel e Kannemann, e um ataque eficiente, seu meio campo é forte e criativo e por isto o credencia como um dos principais candidatos ao título brasileiro. 

E o tricolor carioca? O Fluminense está bem abaixo do Grêmio e disputará uma posição honrosa no Brasileirão 2020. Sim, uma posição honrosa, tentando uma vaga na Sul Americana e jogando para não fazer feio e ficar na zona de rebaixamento. O time não foi reformulado, ainda depende dos veteranos Nenê e Ganso, que este ano terão a companhia de Fred (foto ao lado), e os garotos que sobem são logo negociados para cobrir dívidas e os altos salários pagos aos "medalhões" que não resolvem. 

Não há muito o que falar do Tricolor do Rio, muito pelo contrário, melhor esperar as rodadas se passarem para saber se estamos no ponto certo do comentário ou exageramos na dose. O Fluminense jogará para não cair ou, no máximo, buscar uma vaga na Sul Americana. 

Os dois se enfrentam no domingo (09/08) na Arena Grêmio, já liberada pela Prefeitura de Porto Alegre para jogos. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Coisa de louco? Não, apenas uma conversa inusitada

 Ca ra, quando eu te conheci não sabia sequer falar corretamente, era trazido pelo Nijel ou pelo Alvinho, hoje estou aqui, já grandão, falando sobre você, sobre você e praticamente conversando com você, que durante alguns anos me deu um punhado de alegrias. Alguém falou em tristeza? Não, jamais fiquei triste ao lado deste velho moço, que está recebendo nova roupa e se porta como se tivesse novamente poucos meses de vida. Quantas vezes cheguei aqui solitário, falando baixinho para você, que um dia seria famoso e jogaria em um grande time brasileiro? Quanta ilusão. Você não respondia. Ficava calado. Seu silêncio parecia prever que nada disto aconteceria. Você viu passar por aqui o grande Lauro Carvalho, que cracaço, o Milton Cabeludo, meu primeiro ídolo do futebol, viu nascer a geração Rink, lideradas pelo incrível, e gordo, Chiquinho Maracanã, viu nascer o Tupan, onde o meu velho pai, Zebinho, jogava ao lado de craques como Olavo Cueca, Noqueta e tantos outros da geração anos 20, nã...

Oração de um jovem triste

   Eu hoje estou tão triste, eu precisava tanto conversar com Deus... Não, eu não estou triste e nem quero falar dos meus problemas com Deus, eu apenas acordei pensando em Antônio Marcos, este poeta brasileiro, da Jovem Guarda, que nos deixou muito cedo e você, que pode ser o Homem de Nazaré ou a Menina de Trança, que me lê agora, pode até dizer que eu tenho "Sonhos de `Palhaço" como "se eu pudesse conversar com Deus".  E "Por quem chora a Tarde?" Sabe me responder? Eu não tenho certeza, mas tudo bem, "Como vai você? Estas e outras canções, que aproveitei os títulos para conversar com os amigos nesta segunda-feira de muito calor, aqui na nossa Campos dos Goytacazes, fazem parte de minhas playlists, sou um fã confesso de Antônio Marcos Tive  uma "bronca" com um dos nossas antigos padres na nossa Igreja de Miracema, que proibiu nosso coral, onde era um dos integrantes, de cantar esta canção/oração em uma solenidade de formatura onde vários jov...

O Grande Jair Polaca

  Jair do Nascimento é um personagem folclórico de nossa cidade, não fosse ele um ex-jogador raçudo e com um chute forte, segundo seus amigos um “coice de mula”, e um destruidor de mangueiras. Quem melhor narra as peripécias de Polaca é o conterrâneo e amigo, José Maria de Aquino, que tem no Polaca um de seus ídolos do futebol. Reza a lenda que Jair “matou” todas as mangueiras do grupo escolar com seus chutes fortes, que jamais acertavam as redes adversárias e sempre vazavam o muro do pequeno campo de treino explodindo nas árvores do colégio, onde ficava o gramado do time da cidade. Após encerrar a carreira, já bem “velhinho”, Jair resolveu experimentar o outro lado, como seu ídolo Elba de Pádua Lima, o Tim, e foi ser treinador do seu Miracema FC, onde, além das funções de orientador, exercia a de roupeiro, massagista, presidente, etc e tal.. Suas histórias são incríveis, a cada viagem que faço pelas bandas da “terrinha” ouço, com atenção, as aventuras do Polaca, o ícone do futebol...