Pode não ter sido um grande jogo, mas valeu a pena ter assistido, com muita atenção, e ver duas escolas de futebol bem diferentes durante os noventa minutos normais do jogo. O primeiro tempo teve a predominância do toque de bola, não aquele toque chamado de Tic taca, marca registrada de Guardiola que Luiz Enrique muito bem administrava no Barcelona e na Seleção, mas um futebol envolvente e bom de ver.
A Itália fez 1x0, mas a Espanha poderia ter feito um ou mais se não fosse a precipitação dos jovens atacantes, que estão sendo lançados por Luiz Enrique, como Del Omo e Petri, mas o "vilão" foi Oyarzabal, que jogou fora duas grandes chances de bater o excelente Donarumma, 22 anos e com categoria de um veterano, como Chielline o xerife alegre e que transformou o jogo com sua liderança em campo e fora dele.
Com um gol, na metade do primeiro tempo, parecia que a Espanha liquidaria a partida, mas veio o segundo tempo e o técnico espanhol, que já errara na escalação inicial tirando Moreno e Morata do time, tentou mudar e não conseguiu. Roberto Mancine, o italiano, depois que seu time achou o gol de empate, com Chiesa, também errou nas mudanças e por muito pouco não se complicou totalmente.
Após o empate, 1x1, que foi o placar do jogo em tempo normal, a qualidade do espetáculo caiu e se arrastou até o final da prorrogação com os dois times querendo as penalidades, que vieram e a decisão ficou por conta da sorte e da tranquilidade dos cobradores. Final de cobranças de tiros livres da marca do pênalti e a Itália segue em frente por ter convertido quatro dos cinco cobraos e a Espanha perdeu duas cobranças, uma longe do gol e outra nas mãos do Donnarumma.
Amanhã, também às 16 horas, tem Dinamarca x Inglaterra para sabermos quem será o adversário da Itália na final de sábado, em Londres.
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