Não vi a partida, estava atento ao Galo x Boca, no Fox Sports, e não posso julgar o que fez ou não fez o Grêmio diante da LDU, ontem à noite, em Porto Alegre. O time, agora dirigido por Felipão, parece viver um daqueles momentos horríveis, onde nada dá certo e o resultado final é terrível, abriu o placar diante dos equatorianos e se deixou levar pelo otimismo, fez 1x0 lá em Quito e se estrepou. Levou a virada,2x1, e a Liga Deporitiva Universitária, do Equador, segue em frente e enfrentará o Athletico PR, que ontem goleou o América de Cali por 4x1, com ótima exibição segundo os cronistas do Paraná, nos dois jogos da fase de quartas de final da Copa Sul Americana.
Ca ra, quando eu te conheci não sabia sequer falar corretamente, era trazido pelo Nijel ou pelo Alvinho, hoje estou aqui, já grandão, falando sobre você, sobre você e praticamente conversando com você, que durante alguns anos me deu um punhado de alegrias. Alguém falou em tristeza? Não, jamais fiquei triste ao lado deste velho moço, que está recebendo nova roupa e se porta como se tivesse novamente poucos meses de vida. Quantas vezes cheguei aqui solitário, falando baixinho para você, que um dia seria famoso e jogaria em um grande time brasileiro? Quanta ilusão. Você não respondia. Ficava calado. Seu silêncio parecia prever que nada disto aconteceria. Você viu passar por aqui o grande Lauro Carvalho, que cracaço, o Milton Cabeludo, meu primeiro ídolo do futebol, viu nascer a geração Rink, lideradas pelo incrível, e gordo, Chiquinho Maracanã, viu nascer o Tupan, onde o meu velho pai, Zebinho, jogava ao lado de craques como Olavo Cueca, Noqueta e tantos outros da geração anos 20, nã...
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