Hoje, na fila do pão, que aos poucos está voltando ao normal, me vi obrigado a uma resposta sobre um questionamento colocado ontem, no Facebook e no blog. Marcinho, nosso gerente da padaria, queria saber porque comentei que o que levou a demissão de Rogério Ceni se repetiu, ontem, com Renato Gaúcho. Já expliquei, no Facebook, e explico aqui, com as mesmas palavras.
Rogério caiu porque teve um time desmantelado pelas convocações e a Covid, além de insistir com Michalel como solução. Ontem, contra o Ceará, Renato teve cinco desfalques e escalou Michael deixando Pedro no banco de reservas. O time não fluiu e o empate, como disse na postagem anterior a esta, foi um grande negócio.
E estamos conversados? Pois é, o Flamengo ficou a dez pontos, que podem hoje se transformar em treze pontos, e com seis pontos a disputar pode apenas ficar entre os quatro primeiros, garantindo vaga na Liberadores. E o Galo, líder, tem o Fluminense pela frente e lá na fila do pão tem rubro-negro que acredita que o Fluminense fará seu dever de casa e vencerá o Atlético Mineiro assim como fez o Cuiabá contra o Palmeiras.
Seria uma missão impossível? Não para Fernandinho, eterno e apaixonado tricolor, que acredita que com Marcão as coisas no seu Fluminense irão mudar, para melhor, e o time começa uma arrancada nesta segunda-feira para, primeiro, fugir da zona de rebaixamento, e depois fazer novamente história com uma subida até o topo da tabela.
Tudo bem, não vou discordar, apenas dizer, novamente, que é realmente Missão Impossível. Ou não?
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