Estou aqui, em frente a tv, em uma manhã fria de um sábado nublado e com jeito de chuva, deve esfriar um pouco mais, e assistindo a final olímpica do futebol masculino. E o que vejo? Um time brasileiro com vontade, se entregando de verdade ao jogo, tentando fazer o melhor contra um time mais forte, mais bem armado e com estilo de jogo tradicional da Espanha, que levou um gol, teve a sorte de ter um pênalti desperdiçado pelo Richarlisson, artilheiro do time, e chegou ao empate com um golaço, daqueles que Galvão Bueno, gritaria para os quatro cantos do planeta olímpico o seu tradicional ufanismo e alegria quando narra jogo da seleção do Brasil.
E, como não vi nada desta seleção, apenas alguns minutos do primeiro jogo, contra a Alemanha, que nossos companheiros analistas se renderam ao "brilhante" jogo contra uma gigante seleção, que um dia foi grande e que, nos jogos seguintes, se mostrou ruim e desinteressada e por isto foi eliminada pela Costa do Marfim. Não vi os jogos seguintes contra países onde o futebol não é de primeiro ou de segundo mundo, como Egito, México e Arábia Saudita, além da Costa do Marfim, que estava em seu grupo na fase classificatória..
Adversários sem expressão e vitórias inexpressivas e que não me chamaram a atenção e, como disse acima, me fizeram apenas assistir alguns minutos contra a Alemanha, quando acreditei que teríamos jogo e não tivemos devido a fragilidade e o desinteresse dos alemães, ou seria "salto alto" e soberba?
E hoje, claro que não vi o jogo com o Galvão Bueno e sim com seu fiel seguidor e "copiador", o bom Gustavo Vilani, mas aos poucos fui desistindo devido a imagem me mostrar algo e ele, o narrador, tentando me fazer ver diferente, como a "exuberante" participação no jogo de Daniel Alves, o "brilhantismo" de Richarlisson e o comentarista, que aos 30' do segundo tempo dizia que não mudaria nada no time, e, aos 35 já queria mudanças e que o Brasil fazia um ótimo jogo, no primeiro tempo, e que tinha dificuldades após o gol de empate, a mesma dificuldade que eu via desde o início.
Mas o futebol é injusto e nada absoluto e tudo pode acontecer, até mesmo uma vitória, que se concretizada pode ser considerada o máximo e a derrota, se vier acontecer, pode ser tida como inesperada até mesmo contra uma seleção superior como a da Espanha.
E vamos a prorrogação.
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