Entramos na reta final dos Jogos Olímpicos de Tóquio e eu, insone na maioria dos dias, tive uma recaída e nestes últimos doze dias não perdi uma noite de sono e não quis extrapolar me mantendo acordado, afinal os setenta e poucos anos bem vividos não quer saber de noite de sono perdida, chega as que a própria natureza me proporciona pelo menos três vezes por seamana.
Mas o papo aqui não é insônia ou noites bem dormidas, os pitacos da noite são olímpicos e começamos pelo futebol, que eu garanto entender muito bem e por isto disse, no início que acreditava em um bronze no final do torneio e não tinha certeza de prata ou ouro, uma das duas virá para a coleção da CBF.
Acreditem, o adversário não será a "moleza" do caminho da final, não vi nenhum time fazendo frente ao brasileiro, não que o nosso seja uma maravilha e sim que os que jogaram contra os "canarinhos" não tiveram força suficiente sequer para incomodar o mediano time de André Jardine, até a Alemanha, que foi eliminada na fase de grupos, sucumbiu e deixou de levar uma goleada histórica devido a fragilidade do time Brasil.
A grande novidade, das muito boas, foram as duas medalhas conquistadas no atletismo, principalmente a de Bronze, com o o Piu, simplesmente sensacional e só não foi ouro porque ali os adversários eram de primeira linha e os três quebraram recorde olímpico da modalidade. Ouro na Vela, bronze na natação, bronze no judô, tudo isto estava contabilizado, o box fez bonito e também surpreendeu com medalhas conquistadas.
A pequena Rayssa Leal, skate, foi divina e ficou com a prata, o ouro a dupla Martine e Kahena foi maravilhoso, e a espetacular vitória da garota da ginástica, sim a prata foi uma grande conquista, e Ítalo dourou seu peito com o primeiro ouro do surf em Olímpíada.
E, com muita sinceridade, acreditava em 15 medalhas, no total, e me parece que poderão ser 20 com o futebol, o vôlei de quadra e de areia, e outros que podem surpreender.
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