Renato Gauúcho, após a partida de ontem, no empate sem gols contra o Cuiabá, disse: "Não podemos ganhar todas e é preciso entender que não há time imbatível, veja o caso do Atlético Mineiro, foi derrotado pelo Goianiense e já pedem a cabeça do treinador".
Um amigo da coluna, no Facebook, retrucando minha crítica ao treinador do Flamengo: "Poxa, o cara ganha dez, faz um monte de gols e quando perde uma parece terra arrasada", logo após o empate contra o Cuiabá, em gols.
Pegando como gancho estas duas declarações e a minha: Qual o posicionamento, em campo, de Gabriel Barbosa no esquema de Renato? Ele valorizou Michael e prejudicou o goleador, que sai da área, joga como meia? Joga como ponta? E Michael faz o trabalho de atacante prioritário no time?
Respondendo ao treinador, no primeiro questionamento lá em cima: Ninguém pediu a cabeça dele, apenas criticou a postura do time em campo, da ausência de esquema para Gabriel e porque trocou a posição de Andreas, que vinha bem como segundo volante e foi adiantado para jogar como meia armador e se perdeu completamente. Cuca já está pressionado há muito tempo e você, Renato, ontem, repetiu a maior bobagem feita pelo treinador do Galo, ou seja, colocou um zagueiro para jogar de atacante depois de tirar o artilheiro maior da equipe nos últimos anos.
Respondendo ao Eduardo Gonçalves, meu amigo Dudu: Sim, o time gahnou dez partidas por goleadas, mas nas últimas nove, no Brasileirão, sob comando de Renato, perdeu duas em casa (seis pontos) e empatou três, uma em casa (seis pontos) e ganhou três (nove pontos), e, se fizermos as contas a diferença para o Galo é hoje de dez pontos, justamente a diferença que poderia ter sido tirada.
Tem muitos que ainda acreditam em queda de produção do Galo e consequentemente o título cairá no colo do Flamengo, mas para isto é preciso vencer e convencer ou deixar de lado o campeonato brasileiro e focar na Copa do Brasil e na Libertadores que é mata mata.
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