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Opinião - O jogo que eu vi

 Mais um jogo ruim, taticamente, do Flamengo e outra atuação abaixo da crítica do pessoal do meio campo e do ataque, principalmente Everton Ribeiro e Gabriel, figuras apagadas e sem sintonia em campo, principalmente o camisa 9, que como disseram em postagens lá no Facebook, hoje é um falso nove e sem qualquer compromisso de chegar a área adversária.

Mais um jogo de má postura tática para Andreas Pereira, jogando novamente como armador, posição que ele mesmo já disse para o treinador que não se sente bem, mas Renato insiste com Gabriel aberto pela direita, com Andreas pelo meio, sem utilidade a não ser suas tentativas de chutes de média distância e cobranças de escanteios, mas para quem, não tem centro avante. 

O Flamengo errou na defesa, nos dois gols, errou nas saídas de bola, irão culpar o gramado sintético da Arena Furacão, errou os passes em profundidade e, enfim, só me falta, agora, no final do jogo, torcedores viram ao blog para defender Renato e seu amuleto Michael, que mais uma vez se mostrou dispersivo e inútil para qualquer tentativa de  jogo mais ofensivo. 

O Atlhlético, que não só foi superior taticamente, mas também no vigor físico, na vontade e nas bolas divididas, ganhou todas e mostrou que futebol não se ganha com antecedência e nem com nomes famosos ou jogadores de seleção, é preciso ter um planejamento tático decente, distribuição de atletas em campo e com uma defesa compacta e eficiente, justamente tudo o que faltou no jogo desta noite, pela Copa do Brasil, quando o Flamengo foi salvo por um pênalti, em Rodrigo Caio, no último lance da partida e o empate foi um prêmio para o rubro-negro carioca e castigo para o paranaense. 

O time jogou dez minutos de futebol regular e conseguiu um gol e no mais só deu Furacão e o time de Renato Gaúcho foi apenas uma brisa leve lá no sul do país. 

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