Pular para o conteúdo principal

Acabou a folga: Vamos falar de futebol?

 Cinco dias passeando por Miracema e, como a minha ida até na minha cidade preferida foi daquelas de rever amigos, rever a família e me sentir novamente ao lado de grandes amigos e velhos companheiros, nem sequer acompanhei o futebol, dei preferência aos companheiros e as andanças pela cidade, acompanhado de uma câmera fotográfica de bom nível, para registrar as ruas, os prédios e as minhas visitas aos lugares com os amigos da velha guarda. 

Fiquei devendo um bom papo sobre o momento do Goytacaz, lanterna na soma geral do Estadual da Série B1, a Terceira Divisão do Rio, dois  jogos e uma derrota e uma vitória, e apenas seis pontos ganhos e praticamente sem chances de chegar a decisão e com grandes possibilidades de rebaixamento, que seria terrível para o Azul da Rua do Gás, que no final de semana tem  um jogo de confronto direto, contra o Carapebus, e uma derrota pode antecipar a queda para a quarta divisão. 

Não comentei sobre os dois empates do Paduano, na Série B2, a quarta divisão, nos dois jogos da semana, mas por aqui está tranquilo, me parece que o Azul do Noroeste está com a classificação para a fase final, dois jogos semifinais, praticamente garantida. O Trovão Azul é líder, 19 pontos, quatro pontos acima do quinto colocado, o Araruama, faltando duas rodadas para o final do turno único, uma vitória garante a vaga e passando da semifinal já tem o acesso garantido para a Série B1. 

Fiquei sem falar dos dois jogos do Flamengo, vitória sobre o Atlético Mineiro e empate como Atlhetico Paranaense, mas aí tudo mundo sabe o que aconteceu e ficamos conversados com apenas um comentário: O ciclo vencedor me parece que chegou ao final. 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Coisa de louco? Não, apenas uma conversa inusitada

 Ca ra, quando eu te conheci não sabia sequer falar corretamente, era trazido pelo Nijel ou pelo Alvinho, hoje estou aqui, já grandão, falando sobre você, sobre você e praticamente conversando com você, que durante alguns anos me deu um punhado de alegrias. Alguém falou em tristeza? Não, jamais fiquei triste ao lado deste velho moço, que está recebendo nova roupa e se porta como se tivesse novamente poucos meses de vida. Quantas vezes cheguei aqui solitário, falando baixinho para você, que um dia seria famoso e jogaria em um grande time brasileiro? Quanta ilusão. Você não respondia. Ficava calado. Seu silêncio parecia prever que nada disto aconteceria. Você viu passar por aqui o grande Lauro Carvalho, que cracaço, o Milton Cabeludo, meu primeiro ídolo do futebol, viu nascer a geração Rink, lideradas pelo incrível, e gordo, Chiquinho Maracanã, viu nascer o Tupan, onde o meu velho pai, Zebinho, jogava ao lado de craques como Olavo Cueca, Noqueta e tantos outros da geração anos 20, nã...

Oração de um jovem triste

   Eu hoje estou tão triste, eu precisava tanto conversar com Deus... Não, eu não estou triste e nem quero falar dos meus problemas com Deus, eu apenas acordei pensando em Antônio Marcos, este poeta brasileiro, da Jovem Guarda, que nos deixou muito cedo e você, que pode ser o Homem de Nazaré ou a Menina de Trança, que me lê agora, pode até dizer que eu tenho "Sonhos de `Palhaço" como "se eu pudesse conversar com Deus".  E "Por quem chora a Tarde?" Sabe me responder? Eu não tenho certeza, mas tudo bem, "Como vai você? Estas e outras canções, que aproveitei os títulos para conversar com os amigos nesta segunda-feira de muito calor, aqui na nossa Campos dos Goytacazes, fazem parte de minhas playlists, sou um fã confesso de Antônio Marcos Tive  uma "bronca" com um dos nossas antigos padres na nossa Igreja de Miracema, que proibiu nosso coral, onde era um dos integrantes, de cantar esta canção/oração em uma solenidade de formatura onde vários jov...

O Grande Jair Polaca

  Jair do Nascimento é um personagem folclórico de nossa cidade, não fosse ele um ex-jogador raçudo e com um chute forte, segundo seus amigos um “coice de mula”, e um destruidor de mangueiras. Quem melhor narra as peripécias de Polaca é o conterrâneo e amigo, José Maria de Aquino, que tem no Polaca um de seus ídolos do futebol. Reza a lenda que Jair “matou” todas as mangueiras do grupo escolar com seus chutes fortes, que jamais acertavam as redes adversárias e sempre vazavam o muro do pequeno campo de treino explodindo nas árvores do colégio, onde ficava o gramado do time da cidade. Após encerrar a carreira, já bem “velhinho”, Jair resolveu experimentar o outro lado, como seu ídolo Elba de Pádua Lima, o Tim, e foi ser treinador do seu Miracema FC, onde, além das funções de orientador, exercia a de roupeiro, massagista, presidente, etc e tal.. Suas histórias são incríveis, a cada viagem que faço pelas bandas da “terrinha” ouço, com atenção, as aventuras do Polaca, o ícone do futebol...