- Assim ficou melhor, disse Fernandinho. Podemos trocar ideias sabendo o que perguntar e lendo suas histórias interessantes, completou. E assim foi até o papo ter o assunto se tornasse aeroporto e por onde desci ou subi, se era perigoso voar e como eu me sentia lá em cima "plantado" na poltrona de um avião.
E isto me deu uma ideia quando cheguei à casa, sempre quis anotar todos os voos e todos os aeroportos que subi ou desci por este mundo afora, e aqui, mesmo que seja só para guardar e recordar de quando em vez, começo a narrar cada um destes voos e cada um dos aeroportos que desci e subi nestes quarenta e dois anos que subo e desço de uma aeronave.
Tudo começou lá no já muito distante 1979, em uma viagem de férias ao Mato Grosso, em dezembro daquele ano, voando pela Cruzeiro do Sul, saindo do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, com escalas em São Paulo, no Aeroporto de Congonhas, e em Campo Grande, no Aeroporto Ueze Elias Zahran e o destino final no Aeroporto Marechal Rondon, que na realidade não se localiza em Cuiaba, a capital, e sim no vizinho município de Várzea Grande.
Em 1982 repetimos esta viagem para semos padrinhos de casamento do primo Frederico Carlos e voamos novamente, desta vez pela Vasp, que como a Cruzeiro não existe mais e o roteiro foi o mesmo e nestes dois voos somamos oito decolagens e oito aterrisagens e já estávamos adaptados e prontos para novos desafios, que demoraram exatos dez anos para se repatir.
Em 1992, a convite e "patrocinado" pelo amigo Célio Silva voei sozinho para Porto Alegre, pela Varig, em voo que saiu do Rio de Janeiro, Galeão, às 19 horas de um dia de dezembro daquele ano e aterrissamos uma hora e meia depois no Aeroporto Salgado Filho, na capital gaúcha. O voo de volta, também pela Varig, foi quatro dias depois e com a tranquilidade de quem já se acostumava enfrentei a primeira turbulência a bordo de um aeronave.
Outro vazia de oito anos, em 2000, e lá estávamos nós novamente no ar, desta vez a bordo de uma aeronave da Gol e o destino seria Natal e Fortaleza para dez dias de férias no Nordeste Brasileiro, Novamente saímos do Tom Jobim, no Rio de Janeiro, para descermos no Aeroporto Augusto Severo, em Natal. Cinco dias depois voamos com destino a Fortaleza, descendo no Aeroporto Pinto Martins, na capital cearense, de onde saimos no voo de retorno ao Rio de Janeiro.
Cinco anos depois o primeiro voo internacional aconteceu e foi surpreendente, ganhei um concurso de jornalismo, promovido pela SKY/Espn e o prêmio seria uma viagem a Madrid, com direito a acompanhente, levei Marina comigo, e saímos do Galeão com escala no Aeroporto Mário Covas, em Guarulhos/São Paulo, e de lá até o Aeroporto Barajas, em Madrid,, na Espanha, onde ficamos por cinco dias e o o voo de volta foi até Guarulhos, em São Paulo, cidade que ficamos por mais três dias, visitando o casal Kátia e José Maria de Aquino, e fizemos o voo de regresso ao Rio de Janeiro, pela mesma Varig, que nos levou a Madrid, mas saindo do Aeroporto de Congonhas.
E a partir desta viagem a Espanha, em 2005, tomamos gosto pelo turismo e, com nossas aposentadorias, resolvemos viajar como turistas e fazer disto nossa principal opção. Nosso primeiro grande giro foi em 2008 quando saímos do Aeroporrto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, com destino a Lisboa, onde descemos no Aeroporto Internacional Humberto Salgado e giramos por cinco países até chegar a França, em Paris, em setembro daquele 2208, quando no Aeroporto de Orly, realizando um sonho, embarcamos com destino a Lisboa e de lá para o Rio de Janeiro no voo de retorno.
O ano de 2010 foi bem agitado, começamos logo no Carnaval, em Fevereiro, quando ao lado do casal Brand e Deise Arenari voamos do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, para o Recife, onde descemos no Aeroporto Gilberto Freyre - Guaraparpes, para começar o giro pelo Nordeste que ainda teve uma conexão em Salvador, Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães, até chegarmos a Maceió, no Aeroporto Zumbi dos Palmares, para completar o roteiro e de onde retornamos, novamente com conexão no Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães e daí para o Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
Neste mesmo ano de 2010 nova viagem
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