Qual presente de Natal você gostaria de ganhar neste 24 de dezembro? Não venham com a lógica e politicamente correta resposta de paz, saúde e harmonia, isto é coisa de se querer diariamente e não apenas em uma noite, não me venha com aquele presente impossível, tipo um carrão ou uma viagem internacional que não cabe no seu orçamento. Tudo isto é ilusão de uma Noite de Natal.
Na Cantata de Natal das Meninas de Miracema e seus amigos, recebi um belo presente de final de ano, ouviram só, presente de final de ano e não presente de Natal, vi amigos que não via há alguns anos, revivi momentos gloriosos de minha infância, o lugar (Jardim de Miracema) é especial para todos os que prosearam por lá e as recordações foram eminentes.
Com Paulinho Leitão e Ronaldo Leitão Carvalho viajei aos anos 50/60 para falar do Jardim de Infância, comentar as grandes atividades no Coreto, recordar as peladas do Rink e das famosas descidas nas cascas de palmeiras no morro da Igreja Católica. Sei lá, dizem que não é legal ficar puxando o passado ou falar de coisas que dão saudades, mas cá pra nós, quem não sente saudades ou tenta recordar um passado é porque não viveu.
Octavio Tostes, e seu mano Pedro, me deram uma baita alegria, revi os irmãos e senti que nada, mas nada mesmo, da nossa amizade foi abalada com o passar do tempo e o longo período sem um abraço apertado e uma palavra de carinho. Eu e Octávio nos falamos por aqui e, oba, fiquei sabendo que o baita jornalista, radicado em São Paulo, gosta de ler nossos papos na grande rede. Isto é muito bom.
Antevéspera de Natal que denunciou o prenúncio de uma véspera movimentada, já combinei com o Luís Leitão, o Ló, um dedo de prosa para daqui a pouco, na Kiskina, como em todos os anos, para que possamos rever o Duduca Amaral e outros amigos do Ló dos tempos em que ele liderava uma tropa de moleques dispostos a fazer arruaças pela cidade.
E prá finalizar, pedindo perdão por não ter prestado atenção ou ouvido qualquer artista da cidade se apresentando na Cantata de Natal, o papo e a necessidade de falar sobre o momento de reencontro não deixou, digo que resolvemos todos os problemas da região.
Visitamos cada uma das casas do lugar e deixamos um abraço a cada um dos moradores, mesmo aqueles que já foram para o Oriente Eterno e que hoje são apenas um pontinho de saudade nos corações daqueles que viveram momentos alegres, de uma infância maravilhosa, no Triângulo das Bermudas.
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