Zé Maria mostrou a Terrinha para Juju, o vovô orgulhoso curtiu ser cicerone e por onde passava tinha uma história para contar, eu, quando me integrei ao grupo, ouvi muito e também contei minhas histórias que não são poucas e as travessuras do Jardim, o parque ainda é o mesmo e falta apenas seu Waldemar, o nosso "pai" e amigo que, sempre vigilante, impedia artes maiores que poderiam se tornar perigosas para crianças levadas que frequentavam o parque criado por Marcílio de Poly com ordem de Altivo Linhares, então prefeito da cidade.
Visitamos o Estádio Municipal, apenas olhando de fora, nos informaram que estava em obras e não poderíamos entrar, então fiz apenas a passagem, de carro, pela Av Carvalho e ouvi as histórias os craques da geração 1940 que ainda estão na memória do ilustre visitante enquanto eu, que vive as grandes jornadas dos anos 1960, quando as arquibancadas do Municipal Plínio Bastos de Barros viviam lotadas aos domingos e quartas-feiras, à noite, apenas ouvi e não contei nada, afinal as maiores recordações era do meu "convidado" para o passeio pela Santa Terrinha.
E em uma destas saídas pelos bares da cidade, tive o prazer de rever um grande miracemense e um dos meus espelhos na juventude, o brilhante advogado Ronaldo Sodré Linhares (foto ao lado) feliz e confiante com seu Glorioso Botafogo.
E foi por ali, no Solos, que fizemos nosso ponto de encontro noturno, encontramos com amigos que não víamos há muitos anos, outros que frequentemente vejo, nas poucas idas a minha Miracema, e fizemos das quatro noites passadas por lá bons programas regados a grandes prosas com velhos e queridos amigos.



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