Pular para o conteúdo principal

A lenda está de volta - Tem sapo enterrado em São Januário?

 O empate desta tarde, em Nova Iguaçu, foi terrível para o Vasco em dois sentidos: Primeiro - Vencia por 2x0 e, mesmo não jogando bem, fazia o suficiente para assustar o Madureira. Segundo - Levou dois gols em cinco minutos e se complicou no campo e na tabela do campeonato. 

Um amigo meu, vascaíno fanático, abraço Rodrigo, está apavorado com uma postagem que fiz, enviada para um amigo, também vascaíno, por tradição da família, seu pai foi um grande amigo meu e era um apaixonado pelo time da Colina Histórica. Falava para o Igor Tostes, médico em Castro, no Paraná, que será preciso procurar outro sapo lá em São Januário e não aquele do Arubinha, que rogou uma praga no clube e muitos acreditavam nisto. 

Rodrigo me liga e pergunta: Dutra, é sério esta história do sapo? Que nada meu amigo, respondi, é apenas mais uma das lendas e histórias do futebol, mas que o Vasco anda com praga do sapo eu tenho certeza, este jogo de hoje não poderia ter empate e, contra o Macaé, só venceu porque o time do interior fluminense "pregou" em campo e não soube segurar o empate que se desenhava. 

Hoje o time fez 2x0 com facilidade e, no segundo tempo, em cinco minutos deixou escapar dois pontos que podem fazer falta e tirar o time de cena antes do final do campeonato. E ai é que vem a tal "praga", meus caros Igor e Rodrigo: Os três gols perdidos, em cinco minutos, no final do jogo, em que a bola pedia para entrar e os jogadores isolaram, tem muito a ver com esta lenda do Sapo do Arubinha, mas que um amigo meu diz ser de um  ex-dirigente vascaíno, cujo nome não tenho certeza e por isto me calo.

Resumo = O empate deu ao Madureira a terceira colocação no turno que define os quatro semifinalistas e deixa o Vasco com uma distância preocupante dos quatro primeiros. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Coisa de louco? Não, apenas uma conversa inusitada

 Ca ra, quando eu te conheci não sabia sequer falar corretamente, era trazido pelo Nijel ou pelo Alvinho, hoje estou aqui, já grandão, falando sobre você, sobre você e praticamente conversando com você, que durante alguns anos me deu um punhado de alegrias. Alguém falou em tristeza? Não, jamais fiquei triste ao lado deste velho moço, que está recebendo nova roupa e se porta como se tivesse novamente poucos meses de vida. Quantas vezes cheguei aqui solitário, falando baixinho para você, que um dia seria famoso e jogaria em um grande time brasileiro? Quanta ilusão. Você não respondia. Ficava calado. Seu silêncio parecia prever que nada disto aconteceria. Você viu passar por aqui o grande Lauro Carvalho, que cracaço, o Milton Cabeludo, meu primeiro ídolo do futebol, viu nascer a geração Rink, lideradas pelo incrível, e gordo, Chiquinho Maracanã, viu nascer o Tupan, onde o meu velho pai, Zebinho, jogava ao lado de craques como Olavo Cueca, Noqueta e tantos outros da geração anos 20, nã...

Oração de um jovem triste

   Eu hoje estou tão triste, eu precisava tanto conversar com Deus... Não, eu não estou triste e nem quero falar dos meus problemas com Deus, eu apenas acordei pensando em Antônio Marcos, este poeta brasileiro, da Jovem Guarda, que nos deixou muito cedo e você, que pode ser o Homem de Nazaré ou a Menina de Trança, que me lê agora, pode até dizer que eu tenho "Sonhos de `Palhaço" como "se eu pudesse conversar com Deus".  E "Por quem chora a Tarde?" Sabe me responder? Eu não tenho certeza, mas tudo bem, "Como vai você? Estas e outras canções, que aproveitei os títulos para conversar com os amigos nesta segunda-feira de muito calor, aqui na nossa Campos dos Goytacazes, fazem parte de minhas playlists, sou um fã confesso de Antônio Marcos Tive  uma "bronca" com um dos nossas antigos padres na nossa Igreja de Miracema, que proibiu nosso coral, onde era um dos integrantes, de cantar esta canção/oração em uma solenidade de formatura onde vários jov...

O Grande Jair Polaca

  Jair do Nascimento é um personagem folclórico de nossa cidade, não fosse ele um ex-jogador raçudo e com um chute forte, segundo seus amigos um “coice de mula”, e um destruidor de mangueiras. Quem melhor narra as peripécias de Polaca é o conterrâneo e amigo, José Maria de Aquino, que tem no Polaca um de seus ídolos do futebol. Reza a lenda que Jair “matou” todas as mangueiras do grupo escolar com seus chutes fortes, que jamais acertavam as redes adversárias e sempre vazavam o muro do pequeno campo de treino explodindo nas árvores do colégio, onde ficava o gramado do time da cidade. Após encerrar a carreira, já bem “velhinho”, Jair resolveu experimentar o outro lado, como seu ídolo Elba de Pádua Lima, o Tim, e foi ser treinador do seu Miracema FC, onde, além das funções de orientador, exercia a de roupeiro, massagista, presidente, etc e tal.. Suas histórias são incríveis, a cada viagem que faço pelas bandas da “terrinha” ouço, com atenção, as aventuras do Polaca, o ícone do futebol...