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Basquete? Sim. Seleção? Não. Cada um sabe o que quer e o que ver

  Pois é... Meus amigos e seguidores, a seleção realmente não me pertence mais e a cada dia que passa jogadores, treinadores e a CBF me deixam mais distante daquele que um dia foi minha paixão e razão de todo meu entusiasmo pelo futebol, que vem desde a Copa de 1958, que ouvi no rádio ainda criança pequena lá em Miracema, e a decepção de 1982, quando prometi, e não cumpri, que jamais torceria de novo para aquela camisa amarela apaixonante. 

E veio a era dos gaúchos, Dunga, Mano, Felipão e por último Tite e cada um deles foi me levando para o lado oposto e, não torcendo contra, jamais faria isto, mas sem qualquer interesse, como na sexta-feira contra o Equador e ontem, contra o Paraguai, que optei por ver um dos jogos mais renhidos e disputados da atualidade, as partidas pela NBA, o basquete maior do mundo e que me prendem a atenção todos os dias da semana, sou assinante do canal NBA e me divirto sem me aborrecer porque a cada ano eu torço por uma franquia diferente como agora, este ano, sou torcedor do Los Angeles Clipeers e estamos conversados. 

Ah! Muito bem lembrado, estava faltando, vi pedaços do jogo entre São Paulo e 4 de Julho, uma incrível e fantástica goleada comemorada como se houvesse acontecido contra um Palmeiras ou Flamengo, grandes rivais, a facilidade com que o Tricolor Paulista desenvolveu o jogo após levar 1x0 com trinta segundos de jogo, me deixou tranquilo e certo que ali houve uma "vingança" pela derrota na primeira partida. 

E o Santos eliminou o Cianorte, do Paraná, e segue na Copa do Brasil com Fernando Diniz dizendo que o time tem que melhorar e eu também acho a mesma coisa, não vai a lugar nenhum com esta instabilidade. 

Se vi a seleção que vai a Olimpíadas? Também não, exatamente na hora da minha fisioterapia na lombar, que anda me NBA na telinha da TV. 

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