Tem certas coisas, no futebol, que deve ser encarada de frente, e uma delas é o respeito pelo adversário e que para vencer não basta domínio do meio campo, posse de bola ou toques envolventes na defesa, isto, principalmente, é um dos motivos para o sufoco que o Flamengo passará no segundo tempo do jogo, em Brasília, nesta noite de quarta-feira, contra o bem montado, bem articulado, Defensa y Justicia, que estava em desvantagem por ter perdido em casa, e com o gol de empate, nos minutos finais do primeiro tempo, coloca em cheque a vantagem rubro-negra que dominou e não marcou, exceto o gol de Rodrigo Caio, de cabeça, nos primeiros minutos do jogo.
Muita velocidade de Bruno Henrique, mas logo percebida pelo inteligente treinador argentino, que trocou uma peça e aumentou a marcação pelo seu lado direito. Muita marcação dos dois lados, que fez o jogo ser corrido e de muitos toques para que os jogadores se livrarem da marcação e tentarem jogadas em profundidade, que não está dando certo para nenhum dos dois times.
E o que precisa o Flamengo? Uma atuação melhor do seu meio campo, evitar os erros de passes, principalmente Diego e Arão, nas saídas de bola da defesa para o ataque, e evitar as bolas atrasadas e os passes laterais nas proximidades da área, e, claro, transformar o domínio do jogo em gols e em jogadas mais agudas, o que não teve no primeiro tempo.
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