Pular para o conteúdo principal

Intervalo em Guayaquil - Fla na frente

 O Flamengo me parece um time saturado, como decifraram Renato na conversa com Wagner Mancini, no último domingo, em Belo Horizonte, não me parece um time inteiro fisicamente, minha opinião, e o cartão amarelo para Andreas, aos três minutos de jogo, deixou o belga/brasileiro fora de sintonia e se perdeu em campo com medo do segundo cartão e, automaticamente, o cartão vermelho por acumulativo. 

Arrascaeta não consegue definir uma jogada e Gabriel, que depende demais dos meias, Eveton e Arrascaeta, está perdido pelo lado direito e Bruno Herique, além gol que dá ampla vantagem ao Flamento, é o mais lucido e mais ativo de todos os homens de frente, mas não sei se está inteiro ou até mesmo se retorna para o segundo tempo. 

O setor defensivo, apesar da saída prematura de David Luiz, está firme e peca apenas nas bolas atrasadas para sua área buscando Diego Alves, erro repetido do time e que Renato ainda não corrigiu desde que chegou, este vício é do tempo de Rogério Ceni. 

Num todo, com Diego Alves mais uma vez inspirado, o primeiro tempo terminou arrastado e com uma vitória parcial, que colocou 3x0 no agregado, e que obrigará o time do Barcelona sair para buscar pelo menos um gol antes dos quinze minutos para o recolocar no jogo. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Coisa de louco? Não, apenas uma conversa inusitada

 Ca ra, quando eu te conheci não sabia sequer falar corretamente, era trazido pelo Nijel ou pelo Alvinho, hoje estou aqui, já grandão, falando sobre você, sobre você e praticamente conversando com você, que durante alguns anos me deu um punhado de alegrias. Alguém falou em tristeza? Não, jamais fiquei triste ao lado deste velho moço, que está recebendo nova roupa e se porta como se tivesse novamente poucos meses de vida. Quantas vezes cheguei aqui solitário, falando baixinho para você, que um dia seria famoso e jogaria em um grande time brasileiro? Quanta ilusão. Você não respondia. Ficava calado. Seu silêncio parecia prever que nada disto aconteceria. Você viu passar por aqui o grande Lauro Carvalho, que cracaço, o Milton Cabeludo, meu primeiro ídolo do futebol, viu nascer a geração Rink, lideradas pelo incrível, e gordo, Chiquinho Maracanã, viu nascer o Tupan, onde o meu velho pai, Zebinho, jogava ao lado de craques como Olavo Cueca, Noqueta e tantos outros da geração anos 20, nã...

Oração de um jovem triste

   Eu hoje estou tão triste, eu precisava tanto conversar com Deus... Não, eu não estou triste e nem quero falar dos meus problemas com Deus, eu apenas acordei pensando em Antônio Marcos, este poeta brasileiro, da Jovem Guarda, que nos deixou muito cedo e você, que pode ser o Homem de Nazaré ou a Menina de Trança, que me lê agora, pode até dizer que eu tenho "Sonhos de `Palhaço" como "se eu pudesse conversar com Deus".  E "Por quem chora a Tarde?" Sabe me responder? Eu não tenho certeza, mas tudo bem, "Como vai você? Estas e outras canções, que aproveitei os títulos para conversar com os amigos nesta segunda-feira de muito calor, aqui na nossa Campos dos Goytacazes, fazem parte de minhas playlists, sou um fã confesso de Antônio Marcos Tive  uma "bronca" com um dos nossas antigos padres na nossa Igreja de Miracema, que proibiu nosso coral, onde era um dos integrantes, de cantar esta canção/oração em uma solenidade de formatura onde vários jov...

O Grande Jair Polaca

  Jair do Nascimento é um personagem folclórico de nossa cidade, não fosse ele um ex-jogador raçudo e com um chute forte, segundo seus amigos um “coice de mula”, e um destruidor de mangueiras. Quem melhor narra as peripécias de Polaca é o conterrâneo e amigo, José Maria de Aquino, que tem no Polaca um de seus ídolos do futebol. Reza a lenda que Jair “matou” todas as mangueiras do grupo escolar com seus chutes fortes, que jamais acertavam as redes adversárias e sempre vazavam o muro do pequeno campo de treino explodindo nas árvores do colégio, onde ficava o gramado do time da cidade. Após encerrar a carreira, já bem “velhinho”, Jair resolveu experimentar o outro lado, como seu ídolo Elba de Pádua Lima, o Tim, e foi ser treinador do seu Miracema FC, onde, além das funções de orientador, exercia a de roupeiro, massagista, presidente, etc e tal.. Suas histórias são incríveis, a cada viagem que faço pelas bandas da “terrinha” ouço, com atenção, as aventuras do Polaca, o ícone do futebol...