Dizem, os analistas modernos, que a Liga dos Campeões da Europa é imprevisível e inesperada, e hoje, no fechamento da segunda rodada da fase de grupos, tenho que dar razão a estes jovens jornalistas, cheios de ideias novas e com muito gás para comentar jogos e falar sobre eles nas redes sociais.
Antes de falar por aqui, na linguagem mais antiga, do meu jeito, sobre a ótima e épica vitória do Benfica, sobre o Barcelona, em Lisboa (explico mais abaixo porque do épica), quero falar sobre Cristiano Ronaldo e seu novo clube, o Manchester United.
Os Red's levavam um baile do Villareal, em pleno Olld Trafford, em Manchester, levaram um gol quando mereciam ter levado pelo menos outros dois, que só não foram concretizados pela excelente fase que vive o contestado goleiro espanhol, De Gea, que foi responsáel pelo magro 1x0 do primeiro tempo.
Veio o tempo final e o United empatou, sem merecer, e o Villareal continuou mandando no jogo e perdendo gols. CR 7 fazia uma partida bisonha, mas o comentarista da TNT, o ótimo Vitor Sérgio Rodrigues, dizia para que o técnico não repetisse o mesmo erro em tira-lo de campo, como na derrota para o Yong Boys, na estreia. E não é que, no último lance do jogo, o Gajo Português recebeu na pequena área e... Isto, gol da virada e da vitória do Manchester United por 2x1.
Em outro jogo que assistir, assim do jeito que gosto, no celular, no computador e na telona, o Chelsea, último campeão, levou um gol da Juventus antes do um minuto de jogo e foi só. Uma tentativa de furar o ferrolho italiano e Lukako, não muito brilhante, não conseguiu e a vitória ficou com a Juve com aquele gol no início da partida.
E fechando os três jogos que assisti, simultaneamente, digo o motivo da vitória épica do Benfica sobre o Barcelona, no Estádio da Luz, em Lisboa. Os encarnados venceram o Barça, pela última vez, em competições da Europa, lá no passado distante, 1961, e hoje, em casa, foi perfeito contra um time que se mostra abatido, sem forças e já desgastado pela saída de Messi e com os jovens sendo apresentados a torcida mas sem preencher aquele espaço deixado pelos grandes craques que passaram pelo Camp Nou.
Vitória mais do que justa do time de Jorge Jesus, que foi melhor e soube se defender e atacar com quase perfeição aproveitando a ridícula fase vivida pelo time da Catalunha.
Nos outros jogos o Bayer goleou, fez 5x0 no Dinamo Kiev, o Yong Boys perdeu para o Atalanta, em Bergamo, 1x0, o Zenit goleou o Malmö,4x0, jogando em São Petesburgo, o Red Bull Salzburg, em casa, na Áustria, passou pelo Lille, o campeão francês, por 2x1, e na Alemanha o Wolfsburg empatou com o Sevilla em um gol.
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