Amigo é coisa pra se guardar, debaixo de sete chaves dentro do coração, assim dizia a canção e foi o que fiz, guardei minhas amizades e por longos e longos anos, tranquei o peito e joguei a chave fora, e, como num filme italiano, daqueles chorosos com Mastroianni ou Cardinalli, vivi a sensação de rever todos estes amigos arquivados no chip da memória e guardado no cofre do coração. A festa do reencontro já estava no número cinco e eu, sem tempo na agenda, ainda não havia comparecido a nenhum, apenas visualizava as fotos, dos quatro anteriores, lia comentários dos anfitriões, organizadores e participantes e me sentia cada dia mais com o peito apertado e a saudade aflorada na alma. Quem cantava chorou, ao ver o amigo partir, volto a Canção da América, do Milton Nascimento e Fernando Brant, para relembrar, em uma só pincelada, todos aqueles que estavam aqui no peito e se foram, deixando dor e saudade para a família e os amigos. E então, por que adiar ainda mais a necessidade de reve...
Papo de viagens, causos da "terrinha" e histórias da vida.